Seja bem-vindo! Hoje é

Pastor Bruno Martins e Miss. Ana Cláudia Maltarollo

Fomos Gerados no ventre de nossas mães. No ato do nosso nascimento, recebemos um espírito novinho, criado por Deus, especialmente para nós. Nosso nome não é apenas um registro cartorário, mas é o mesmo nome pelo qual seremos conhecidos no céu. Nosso corpo não é um recipiente descartável onde habita um espírito desconhecido. Nós somos nós mesmos. Somos filhos de Deus pela fé no nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nesta condição, somos templos do Espírito Santo. Somos seres humanos e como tais compostos de corpo, alma e espírito. Eu Ana tenho um espírito e eu Bruno tenho outro espírito  dado por Deus. Não somos apenas um trampolim para que outros espíritos sejam aperfeiçoados. Não carregamos no nosso corpo qualquer entidade desconhecida. O espírito que temos foi criado por Deus no ato do nosso nascimento. Não somos um somatório de vidas passadas. Somos apenas uma vida. Somos o que somos. Não fomos João, nem Maria, nem Pedro, nem José. Não seremos Benedito, Honório ou Josefa. Não fomos uns ditadores, nem seremos prostitutos em outras vidas. Após a separação do nosso corpo da nossa alma, não ficaremos em desespero no mundo espiritual esperando nova encarnação. Todos os meus pecados foram perdoados no momento em que deles nos arrependemos e aceitamos o senhorio de Jesus nas nossas vidas. Portanto, não ficaremos pulando de corpo em corpo, de encarnação em encarnação, de um mundo a outro, para sermos purificados. O nosso Deus é um Deus perdoador e misericordioso. A nossa morada eterna é no céu, com Cristo. Nosso corpo não é uma casca de ovo a ser colocada no lixo. É verdade que nosso corpo voltará ao pó, mas é verdade também que ressurgirá pelo Deus Todo-Poderoso. Na volta do Senhor Jesus, o nosso  espírito original voltará ao nosso corpo original. Nesta concepção, somos imortais; Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade; O nosso corpo não representará muitos corpos, nem a nossa face, muitas faces. Não seremos uma caricatura da nossa última reencarnação. Com a face que temos e com o corpo que possuímos estaremos nos apresentando diante do Rei dos reis e Senhor dos senhores. O nosso corpo nunca foi nem será oferecido como um objeto, como uma mercadoria barata, a nenhum outro espírito; não foi e nem será joguete nas mãos dos "desencarnados", para aceitá-lo ou recusá-lo. ; Ressurgiremos dos mortos, como dos mortos ressurgiu Jesus. Não ficaremos na fila de espera aguardando a vez para reencarnarmos. Nosso espírito não sofrerá muitas encarnações. O meu Senhor já sofreu por nós na cruz do Calvário. Seremos recompostos: com o nosso nome, com a nossa alma, com o nosso espírito. Nosso corpo, alma e espírito são consagrados ao Senhor. Na glória, seremos indivisível e imortal, para assim vivermos por toda a eternidade.


Israel: o Maior Sinal do Fim dos Tempos




Apesar dos surpreendentes e espantosos acontecimentos experimentados nestes dias, o maior de todos os sinais do fim dos tempos - e, contudo, o menos enfatizado - é o retorno do povo judeu à Terra Prometida e a fundação do Estado de Israel.

O testemunho de Charles Spurgeon

É necessário olharmos mais meticulosamente para o restabelecimento dessa nação à luz das profecias.
No decorrer do tempo, foi pequeno o número de servos do Senhor que O seguiram de todo o coração e aos quais foi dada a capacidade de reconhecer os acontecimentos futuros.
Charles Spurgeon foi uma dessas pessoas. Antes de Israel voltar a tornar-se uma nação, quando aparentemente era impossível que os judeus retornassem para a Terra Prometida, Spurgeon ensinou que isso aconteceria, exatamente como se lê em Ezequiel 36 e 37:
O significado desse texto bíblico, conforme o contexto revela, é muito evidente. Diante do significado dessas passagens, haverá primeiro uma restauração política dos judeus em sua própria terra e um retorno à sua própria identidade nacional. Em segundo lugar, existe no texto e em seu contexto uma declaração muito clara de que haverá uma restauração espiritual, uma real conversão das tribos de Israel ao Senhor.
Eles haverão de gozar de uma prosperidade nacional que os tornará famosos; mais ainda, serão tão gloriosos que Egito, Tiro, Grécia e Roma esquecerão sua própria glória à luz do grande esplendor do trono de Davi. Se as palavras têm significado real, este deve ser o sentido desse capítulo.
Eu jamais quero aprender a arte de distorcer o significado que Deus atribuiu às Suas próprias palavras. Se a Bíblia diz algo de maneira clara e cristalina, então é isso mesmo que devemos entender. O sentido literal e o significado dessa passagem - que não podem ser negados nem espiritualizados -, deixam claro para nós que tanto as duas quanto as dez tribos de Israel serão restauradas em sua própria terra, e que um rei governará sobre elas.

O anelo de Israel pela paz

Analisemos o desenvolvimento progressivo que está acontecendo e que conduzirá Israel a uma união com a "nova ordem mundial" dominada pela Europa. Apesar dos constantes conflitos, vemos Israel procurando a paz com seus inimigos, não por terem adotado uma nova filosofia que os faz amar uns aos outros, mas pelo anseio por uma paz negociada.
Muitos em Israel estão fascinados com a possibilidade de viver em paz com seus vizinhos árabes. Eles acham que essa paz realmente poderá ser alcançada. Mas a Bíblia diz:"Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3).

Israel: o objeto da profecia

Fazemos bem em compreender que os sinais do final dos tempos dados pelo Senhor são especificamente direcionados a Israel. Quando Jesus explicou os eventos dos tempos finais a Seus discípulos juntamente com os sinais que aconteceriam antes de Sua volta, Ele endereçou essas palavras ao povo de Israel.
Temos duas características muito claras mencionadas em Mateus 24, que identificam esse povo:
1. "Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (v. 16). Isto é uma referência geográfica, e não diz respeito à Igreja de Jesus Cristo. Se vivemos nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa, ou em outras partes do mundo, não somos conclamados a fugir para as montanhas da Judéia, pois as palavras foram dirigidas aos "que estiverem na Judéia".
2. Além disso, Jesus está mencionando um motivo de oração: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24.20). O sábado foi dado apenas aos judeus. Lemos nas Sagradas Escrituras, com relação ao sábado: "Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica" (Êx 31.13).Portanto, Israel é o grande sinal dos tempos do fim para os gentios e para a Igreja!

O antigo pecado de Israel

Quais os objetivos de Israel para o futuro? Hoje a nação de Israel está sendo confrontada com seu antigo pecado, com o pecado que cometeu como nação. Há quase 3500 anos o povo de Israel já estava na Terra Prometida. Deus havia cumprido tudo o que prometera a eles com relação à entrada na terra, mas Israel recusou-se a ser o povo escolhido por Deus, negou-se a ser uma nação singular e diferente, e deixou de fazer Sua vontade.
Deus identificou a razão mais profunda dessa rejeição ao dizer que o povo de Israel simplesmente não queria que Deus o governasse. Eles rejeitaram abertamente as palavras de Deus ditas através de Moisés: "Porque sois povo santo ao SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio" (Dt 14.2). Que promessa tremenda! Israel deveria estar acima "...de todos os povos que há sobre a face da terra".
Através da História sabemos que muitas nações têm procurado sobrepor-se a todas as outras nações. Hoje isso é muito evidente nos Estados Unidos. Os americanos consideram que os EUA são uma nação especial. A maioria dos americanos reivindica que os Estados Unidos são a maior nação da história do mundo. Muitas nações antes deles cometeram o mesmo pecado, mas a poeira de suas ruínas testemunha contra elas.

Uma nação santa de cristãos

Quem somos nós cristãos? A resposta está em 1 Pedro 2.9: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz".Nós, a Igreja de Jesus Cristo, também somos um povo eleito. Somos uma geração escolhida. Somos uma nação santa. Mas essa nação santa não pode ser comparada ou identificada com quaisquer nações políticas, como os Estados Unidos, o Canadá, a França, a Inglaterra, a China ou outra nação do mundo. Essa nação santa habita entre as nações do mundo, e cada membro dessa nação santa é conhecido pessoalmente pelo próprio Senhor.
Tudo indica que essa nação santa está prestes a se completar, e quando isso acontecer, quando o último dos gentios for agregado à Igreja, seremos arrebatados pelo nosso Senhor, para estarmos em Sua presença por toda a eternidade!

O clamor de Israel por um rei

O anseio rebelde de Israel em tempos antigos, ao pedir um rei ao profeta Samuel para ser "como as outras nações" (veja 1 Sm 8.5-7), não desapareceu simplesmente. Ao contrário, ele atingiu seu clímax 1000 anos mais tarde. Em João 19.15 está escrito: "...Não temos rei, senão César!" Todo o peso da afirmação dos antepassados, refletindo o desejo de serem parte da família das nações, de serem como qualquer outro povo, atingiu, então, a realização: "...Não temos rei, senão César!" Israel ainda será confrontado com essa afirmação quando as nações da terra se ajuntarem para batalhar contra Jerusalém!

Os passos de Israel rumo à paz

Parece que a única solução em relação à Terra Santa é seguir o rumo de uma paz negociada. Apesar dos confrontos com os palestinos, finalmente não restará outra alternativa. A possibilidade do aumento de comércio através das fronteiras dos países é muito tentadora, e não há dúvida de que a economia de Israel continuará a crescer fortemente.
Essas expectativas positivas jamais mudarão a Palavra Profética. Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis" (Jo 5.43). Israel está a caminho de se tornar parte integrante do último império gentílico do mundo e aceitará o anticristo.
Apenas quando compreendemos esses acontecimentos pelo prisma espiritual, podemos começar a entender o que está ocorrendo no mundo político, econômico e religioso. Com isso em mente, iremos compreender melhor o desenrolar dos eventos políticos no mundo de hoje. Se não tivermos conhecimento dos resultados finais, poderemos ser facilmente levados pelo entusiasmo da falsa paz que será anunciada.

O anticristo: o mestre do engano

Quando a Palavra de Deus identifica a obra do anticristo, lemos em 2 Tessalonicenses 2.7-11: "Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira".
Esse texto bíblico deixa dois pontos bastante claros: primeiro, a obra do anticristo será bem-sucedida através do engano e, segundo, a rejeição à oferta do amor de Deus (Jo 3.16) é o motivo pelo qual as pessoas crerão numa mentira.
Por essa razão, mais do que nunca devemos gravar em nossas mentes e em nossos corações aquilo que o Senhor Jesus ensinou a Seus discípulos: "É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" (Mc 13.34-47).

Fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/sinal_do_fim.html

Israel – Dez curiosidades




1 – Presente é dinheiro
Dar dinheiro de presente é comum em muitos países orientais, mas aqui a forma como é realizado é que chama a atenção. Em grandes eventos como casamento, Brit Milah (cerimônia religiosa judaica na qual o menino recém-nascido de oito dias é circuncisado como símbolo da aliança entre Deus e o povo de Israel e também recebe seu nome), Bar Mitzvah  (momento de celebrar o menino que completa 13 anos, pois nesta idade atinge a sua maioridade religiosa judaica. Se menina, celebra-se o Bat Mitzvah aos 12 anos), no hall de entrada da festa, é colocado um cofre onde são depositados envelopes com dinheiro, o presente.  E sempre acompanhado de um cartão de felicitações ou pequena nota. Quase sempre são fornecidos envelopes para se colocar o dinheiro, ao lado do cofre. Geralmente, é destacado um “guardião” do cofre, e ao final do evento ele retira um saco com todos os envelopes e entrega aos noivos, pais, etc. Muitas vezes, com o valor total dos presentes, a festa se paga. E pode ser que ainda sobre um pouco. Bom não?


2 – Cortar árvore somente com autorização de Rabino
Segundo a Torá (Deuteronômio 20:19), as árvores frutíferas não devem ser cortadas, exceto por algum motivo que deve ser muito bem exposto ao Rabino da sua comunidade, e somente após o seu consentimento, a árvore poderá ser cortada.  Árvore é vida e fornece frutos, e para o judaísmo fruta é bênção.
Portanto, se alguém tem no seu quintal alguma árvore frutífera e quiser cortá-la, só poderá fazê-lo depois de pedir autorização ao Rabino.
Interessante não?
3 – Palitar os dentes
O que, para nós brasileiros, pode parecer grosseiro, para os israelenses é muito normal e higiênico: palitar os dentes em qualquer ambiente, sem qualquer constrangimento. É tão comum e normal que existem até palitos decorados, pintados e em embalagens especiais para se colocar na carteira. Ui!
4 – Nome de Israel
Creio que poucos se perguntam qual a origem do nome Israel.  Há várias versões, mas a que mais me convence é a construção do nome Israel com as iniciais dos patriarcas e matriarcas da Terra Santa. Lembrando que em hebraico a escrita de Israel não tem “E”. Portanto, as iniciais são as seguintes:
I – Isaac e Jacó (“י”)  em hebraico fala-se Yacov;
S – Sara (“ש”);
R – Raquel, Rebeca e Rute (“ר”);
A – Abraão (“א”);
L –  Léa (“ל”).
5 – Carona
Quando cheguei aqui e via pessoas paradas nas estradas, pedindo carona, confesso que achei bem estranho. Hoje já estou acostumada e sempre que necessário, ofereço ou pego carona também. É uma gentileza. Não há qualquer preconceito. Só tem que deixar bem claro para onde vai e se não for o caminho do motorista, ele te dirá não, sem cerimônia.
6 – Intimidade e Espontaneidade
Dependendo da cidade ou bairro, as portas de entrada da casa ficam sempre abertas. Principalmente em épocas festivas. Os amigos, vizinhos, familiares, vão chegando, sem bater na porta ou tocar campainha. Simplesmente vão entrando. E nunca a visita será repreendida por isso. Pelo contrário: será posta uma mesa farta de guloseimas, bebidas, petiscos. Mesmo que a pessoa fique ali por apenas dez minutos.
7 – Pão velho no lixo, nunca!
Pão é alimento sagrado. Tão sagrado que há o costume de não jogá-lo no lixo junto com os demais detritos. É colocado num saquinho e deixado perto do cesto de lixo (não dentro) que o caminhão de lixo vai recolher. Assim, quem por algum motivo precisar de pão velho (para alimentar animais, usar como isca de pesca, etc) e der uma boa olhada nos cestos do bairro, vai encontrar um saquinho de pão.
8 – Café da manhã
O café da manha israelense é bem diferente do brasileiro. Nada de frutas, bolo ou pão com manteiga. É composto de ovos, pode ser omelete, mexidos, como você preferir, pão, alguns tipos de queijo, salada (de pepino e tomate é a mais tradicional), salmão ou atum, suco e café. Para nós brasileiros, parece mais um almoço light não é mesmo? E se você estiver em hotel, prepare-se: será tanta comida que você não saberá por onde começar!

9 – Churrasco na rua? Na praia? No parque? Sim!
Esse é um tema que ainda me choca, para ser bem sincera. Mas em Israel, não é nada chocante. As pessoas adoram! E curtem muito esse momento entre amigos e família. Pode acontecer a qualquer momento, mas em especial em Yom Haatzmaut (Dia da Independência de Israel), as famílias se organizam e levam tudo para fazer seu churrasco ao ar livre. Tudo, mesmo! Mesa, cadeiras, churrasqueira, pratos, talheres, copos e muita comida e bebida. Pode ser numa pracinha, na praia, num parque, ou seja, qualquer lugar considerado agradável, terá uma família inteira se divertindo lá. Ah, independente de classe social, viu?






10 – Calendário Judaico e Calendário Gregoriano
Diz a tradição judaica, que a contagem do calendário é feita a partir da criação de Adão. Assim, o calendário teria se iniciado ao pôr-do-sol na noite de uma quinta-feira, em 7 de outubro de 3.761 a.C.. Logo, estamos no ano de 5.777 (levando em consideração que o ano novo judaico começa em setembro/outubro, deve-se acrescentar um ano).
O calendário judaico é Lunissolar, ou seja, se baseia nos movimentos tanto da Terra em relação ao Sol, quanto da Lua em relação a Terra. Em Israel, utilizam-se os dois calendários, tanto judaico como o Gregoriano, usado no mundo ocidental, dependendo da situação.
Um novo dia, aqui, se inicia com a primeira estrela no céu, e termina no pôr do sol do dia seguinte, e não às 12horas da noite como no Ocidente. Por exemplo, o sagrado Shabat (sábado) tem início avistando-se a primeira estrela em uma noite da sexta-feira e acaba no pôr do sol do dia seguinte, o sábado ocidental. Assim, aqui a semana tem início no sábado à noite do Brasil. Por isso, é comum e educado, desejar “Boa Semana” na noite de sábado.
Assim são os nomes dos dias da semana:
Yom Rishon – primeiro dia ( domingo)
Yom Sheni – segundo dia (segunda-feira)
Yom Shlishi – terceiro dia (terça-feira)
Yom Revi´i – quarto dia (quarta-feira)
Yom Ramishi – quinto dia (quinta-feira)
Yom Shishi – sexto dia (sexta-feira)
Yom Shabat – Sábado
Espero que tenham gostado!

Israel ensina na escola que oração é parte do sucesso do país





A doutora Sarah Kliachko é a bioquímica responsável pelo livro de Ciências do ensino fundamental usado nas escolas de Israel. Segundo ela, a inclusão da oração como parte do ciclo agrícola foi um pedido do Ministério da Educação.
Como era esperado, ela está sendo criticada por “misturar ciência com conteúdo religioso”, contudo o material, escrito por ela em 2011, reflete apenas uma convicção milenar do povo que aprendeu a plantar e colher com abundância no deserto.

“Science Journey Alef”, o livro em questão, é voltado para crianças de 6 e 7 anos, que cursam o primeiro ano. Uma ilustração mostra que, antes de semear, o fazendeiro faz uma oração de joelhos. Depois, dedica-se ao trabalho agrícola, tendo por fim o resultado na colheita.
No capítulo, “O que um fazendeiro faz no outono”, o livro relata que os fazendeiros oram a Deus, pedindo por chuva, algo raro em Israel. Obviamente em pleno século 21, com Israel sendo pinheiro das mais avançada técnicas agrícolas do mundo, a ideia pode parecer anacrônica.

Livro de Ciências em Israel

Livro de Ciências em Israel


“No outono, o fazendeiro ara o campo, plantas as sementes e no final de Sukkot [período da colheita], agradece pelo “orvalho e chuva que abençoam a face da terra”. Esse é um trecho de uma antiga oração judaica, registrada há centenas de anos.
A doutora Kliachko, em entrevista ao jornal israelense Haaretz, admitiu que o governo pede que os autores incluam nos livros escolares “citações das Escrituras, da Bíblia judaica”. Quando o jornalista fez críticas à autora por ela usar “elementos não científicos” em um livro de ciências, a resposta dela foi assertiva: “Há pessoas que fazem isso e outras que não”.
Como o ensino da Torah [Lei religiosa] também é oferecido nas escolas públicas, “a ideia é que os alunos se familiarizem com os costumes religiosos do país”, explica.
Grande parte do sucesso de Israel é a educação. O país, que ressurgiu em 1948, após séculos sendo dominado por outras nações, já possui 12 prêmios Nobel. É o único país do Oriente Médio entre os melhores do mundo, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/israel-ensina-na-escola-que-oracao-e-parte-do-sucesso-do-pais/

Proibidos de fazer cultos no templo, cristãos egípcios oram nas ruas







Proibidos de fazer cultos no templo, cristãos oram nas ruas

Os conflitos e constantes ameaças de muçulmanos à minoria cristã já fazem parte da rotina no Egito. Contudo, a atitude dos moradores da aldeia de Ezbat Al-Forn, na província de Minya, chamou a atenção.
Naquela região, mais de 25 cristãos foram mortos por jihadistas em maio. Na semana passada, após serem impedidos pela polícia local de fazerem culto em uma casa, os coptas ocuparam as ruas. Cantaram louvores, fizeram orações e ouviram a pregação, sendo observados de perto pelos muçulmanos que tentaram proibi-los de cultuar. As autoridades muçulmanas da aldeia alegam que os cristãos não tinham “autorização” para fazer cultos numa casa grande, que usavam como templo improvisado. Ao chegarem para o início do culto, pela manhã, os coptas foram surpreendidos por uma barreira de policiais.
Aconselhados a voltarem para suas casas, eles decidiram que fariam o culto ao ar livre. De acordo com o bispo local, Anba Macarius, isso nunca tinha acontecido.  “As orações foram realizadas nas ruas em paz e segurança, sem protestos”, ressalta.
À imprensa local, o governador de Minya, general Essam Bedawey, admitiu que “há tensões entre muçulmanos e cristãos”. Porém, a questão é bem mais grave que ameaças. Segundo Macarius, somente este ano 15 igrejas foram fechadas por ordens das autoridades, que alegam “questões de segurança”.



Barreira policial
Barreira policial na frente da casa que teria um culto.

Além disso, em 70 aldeias não há igrejas nem lugares para a celebração do culto cristão.
O líder religioso explica que as igrejas são consideradas “ofensivas aos muçulmanos e, portanto, uma ameaça à harmonia social”. No estado de Minya vivem cerca de 5 milhões de pessoas, das quais um terço são coptas. Com informações de WWM
Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/proibidos-de-fazer-cultos-no-templo-cristaos-egipcios-oram-nas-ruas/

Especialistas em profecias apontam para “sinais inegáveis” no céu: luas de sangue





De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.
O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.
Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.
“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.
Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”
Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Luas de sangue em dias importantes

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência
1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território
“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.

Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).
Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”
Ele faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].

Lua sinal para Israel, Sol para gentios

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.
2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta
3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito
5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado
7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).
8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.
Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.
É possível ver o vídeo aqui (em inglês).
Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.
1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.
2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.
3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.
4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.
Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica. Com informações de WND e Christian Post.
Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/profecias-sinais-luas-de-sangue/

Pastor lista “sinais da vinda de Cristo” e diz que a Grande Tribulação começará esse ano


A aparição das luas de sangue no início deste ano ainda rende discussões no meio cristão, e agora um teólogo afirma que o período da Grande Tribulação descrito no Apocalipse se iniciará em 2015.
Mark Biltz é um teólogo, pastor e estudioso sobre profecias, e acredita que há sinais claros que estão no céu e na terra de que a Grande Tribulação começará em um ano, no máximo. Para ele, a aparição da primeira lua de sangue na última Páscoa marcou o início do processo.
Desde 2008 ele vem fazendo o que ele chama de “alerta para a Igreja”, através das quatro luas de sangue em datas proféticas entre 2014 e 2015, segundo informações do portal Noticia Cristiana.
Judeu, Biltz passou anos estudando as profecias de Gênesis sobre o sol e a lua, onde a Bíblia afirma que as luzes no céu serviriam como “sinais para as estações do ano”. “O termo hebraico significa que ele não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, explica Biltz, que explica que a palavra traduzida como “estações” tem o significado de “certo tempo”, o que significa que as celebrações do feriado estabelecidas por Deus no Antigo Testamento seguem o calendário lunar adotado por judeus.
“Os eventos são agora fora de controle”, escreveu o pastor em um artigo. A lista destes “eventos”, inclui ataques contra os cristãos por muçulmanos radicais como Estado Islâmico e Boko Haram. Ele também menciona o surto de Ebola na África, que afeta pelo menos cinco países e ameaça tornar-se uma epidemia continental.
O pastor afirma que, embora com menos espaço na mídia, os ataques terroristas em Jerusalém têm crescido exponencialmente nos últimos meses, de acordo com o Serviço de Segurança de Israel (Shabak).

FONTE:http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-grande-tribulacao-comecara-proximo-ano-71395.html

Israel apresenta a menor Bíblia eletrônica do mundo

Livro sagrado em hebraico coube em chip de 0,5 milímetro.
Objeto será dado de presente ao Papa Bento XVI 

O chip com 0,5 milímetro carrega todos os textos da bíblia em hebraico e será dado de presente ao Papa Bento XVI. Projeto foi desenvolvido pela Technion, Instituto de Tecnologia de Israel (Foto: AFP/Technion)



Foto: Dan Balilty/AP

Microbíblia, do tamanho de um grão de areia, tem as mais de 300 mil palavras da Bíblia (Foto: Dan Balilty/AP)


Fonte: Gopelmais

ATENÇÃO - Ataques estão sendo feitos, veja isso!

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condenou o silêncio do mundo diante dos foguetes que atingiram Israel nos últimos dias. A grande mídia não tem mostrado que bombas voltaram a ser lançadas contra o Estado judeu a partir de Gaza.
Netanyahu culpou o Hamas, mas diversas fontes já revelaram que um grupo de extremistas ligados ao Estado Islâmico é que tem realizado os ataques. Além disso, existe uma movimentação militar nas Colinas de Golan, que marcam a fronteira do norte de Israel com o sul da Síria, dominada pelo EI. Os extremistas estão acampados a poucos quilômetros da fronteira.
Durante uma reunião de gabinete nesta quarta (10), Netanyahu disse: “Eu não ouvi ninguém da comunidade internacional condenar estes disparos; nem a ONU disse uma palavra sequer”.








Fonte:http://odiagospel.com/noticia/4334/atencao--ataques-estao-sendo-feitos-veja-isso

Sarah Sheeva, Nelson Jr e Mariana Valadão falam sobre o sexo somente no casamento

O programa Superpop recebeu ontem, quarta-feira, 10 de junho, os pastores Nelson Junior, do movimento Eu Escolhi Esperar, Sarah Sheeva, criadora do Culto das Princesas, e Felippe e Mariana Valadão, da Lagoinha Niterói.
Sarah Sheeva e Nelson Junior são conhecidos por direcionar seus ministérios para a pregação do sexo somente após o casamento, e foi em cima desse tema que a apresentadora Luciana Gimenez centrou a conversa.
Mostrando depoimento de jovens que adotaram a filosofia pregada pelo movimento Eu Escolhi Esperar, Gimenez contextualizou o assunto para que as perguntas fossem feitas aos convidados.
O criador do Eu Escolhi Esperar explicou a Luciana Gimenez os benefícios de praticar o sexo apenas depois do casamento: “O amor é uma escolha que você faz. Não é questão de sorte. É uma decisão, que você toma todo dia. O problema é que as pessoas tomam essa decisão quando estão apaixonadas. A paixão é uma sensação, uma emoção, um coquetel hormonal e tem prazo de validade. [Isso] é cientificamente comprovado que tem até três anos de vida, e muitas vezes, quando um casal só foca no relacionamento apaixonado, e não desenvolve um romance amoroso, quando a paixão passa, o romance vai embora junto”, afirmou o pastor Nelson Junior.
Sobre as críticas feitas a quem adere a esse pensamento, Felippe Valadão afirmou que é necessário entender o contexto social a que os jovens que optam por esperar o casamento estão inseridos, e ressaltou a autonomia de cada um: “A maneira que é passada [essa questão] pra quem não faz parte da nossa cultura cristã é que o relacionamento é como se fosse de um bicho. Eu namorei a Mariana, beijei, andei de mãos dadas, também tinha os sensores. A gente está falando aqui, desde o início, a palavra ‘escolha’, e tudo na vida é uma escolha”.
Sarah Sheeva afirmou que uma das soluções práticas é evitar que a oportunidade de fazer sexo surja: “Se você tem uma convicção interna, um relacionamento com Deus, teve uma experiência, você acredita nos princípios das Escrituras – que é a Bíblia – e você decide ‘eu quero me guardar’, você tem que aprender a não se colocar em situações que você não conseguir sair, tipo ‘pra que eu vou pra um lugar escuro?’. Não tem necessidade”, sugeriu.
Mariana Valadão também destacou que a espera pelo casamento traz outras experiências ao longo da vida: “Meus pais se casaram virgens. É uma honra que eles trouxeram, eu carreguei essa honra, e o que acontece é que por causa dessa não exposição, da nossa criação, eu tive uma mãe que me ensinou os princípios de ser uma mulher”, pontuou.

Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/superpop-sarah-sheeva-nelson-jr-mariana-valadao-77265.html