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EU SEI QUEM VOCÊ É

Todas as manhãs um senhor idoso pegava aquele ônibus lotado e descia em frente à uma clínica. Certo dia, uma moça que sempre o observava, perguntou-lhe: - O senhor trabalha nesta clínica?
- Não, respondeu ele, minha esposa está internada aí. Ela tem o mal de Alzheimer.
- Puxa, lamento muito. E como ela está?
- Não está muito bem. Está com a memória bastante prejudicada. Já nem me reconhece mais.
- Mesmo assim o senhor enfrenta este ônibus lotado todos os dias, somente para vim visitá-la.
- Sim!
- Mas, se ela já não o reconhece mais, nem se lembra das coisas, porque o senhor vem todos os dias?
- Ela já não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é. Ela não se lembra mais das coisas, mas eu jamais me esquecerei dela.


O amor nunca desanima,
porém suporta tudo com fé,
esperança e paciência.

I Coríntios 13.7



Fonte:  http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/eusei.htm

AS DUAS PULGAS

Muitas instituições caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Elas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Pensei, sim! E fui conversar com a minha avó, que tinha a resposta na ponta da língua.

- E o quê ela disse?

- Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento. 



http://www.atosdois.com.br

A Força da Fé

A sociedade age e reage de forma impulsiva. Quando acontece um grande acidente, ou mesmo uma tragédia, todos se mostram compungidos a oferecer ajuda, seja em dinheiro, seja em doações. Dá pra percebermos um pouco de sinceridade na atitude demonstrada por cada pessoa da sociedade. O povo não fala de outro assunto nas ruas e todos ficam sensíveis aos apelos de ajuda aos necessitados.

Mas essa solidariedade logo vai sendo substituída por outros sentimentos e a ajuda vai escasseando até não haver mais quem queira falar no assunto.

Aí, as vítimas da tragédia ficam à mercê do poder público que também vai abandonando-as pouco a pouco até que não tenham mais onde buscar força. É nessa hora que nós (a Igreja de Jesus) recebemos a maior de nossas obrigações. Claro que temos que continuar dando assistência aos necessitados, mas o que eles mais vão precisar diante do abandono que a sociedade lhes impõem é a força sobrenatural que vai ajudá-los a recomeçar uma vida, apesar de toda a dor que a tragédia deixou no coração de cada vítima.

A única força capaz de suplantar o desânimo de ver todos os seus sonhos ruírem em poucos minutos é a FÉ GENUÍNA. Propagar essa fé é nosso dever.

Temos que dar ao povo a certeza de que todas as tribulações aqui passadas vão se tornar em vagas lembranças diante da VIDA ETERNA, que o Senhor Jesus promete para os que se entregam a Ele. Como Ele mesmo disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar.” – João 14.1,2

Fonte: http://www.atosdois.com.br/print2.php?codigo=6816

A plantação de trigo


Iniciei minha plantação de trigo após pensar nela muitas vezes. Antevi a gleba de minhas terras com colheitas abundantes. Enxerguei o amarelado dos cachos balançando sob o vento a centenas de léguas de distância.
Consegui vislumbrar inúmeras toneladas sendo transportadas por enormes caminhões. Pude sentir as emoções embalarem minha alma diante de tais visões.
Aconteceu que as visões me motivaram e me pus a trabalhar no preparo da terra. Tive de arredar pedras, tocos e eliminar cupins. Adubei-a e lancei as sementes com confiança.
Todos os dias eu passava entre as covas para ver se já havia algum broto. Para minha alegria, começaram a se mostrar. Foi gigante o meu contentamento.
Ao iniciar minha obra, amigos e conhecidos profetizaram o caos. Diziam que a terra não era apropriada. Que a estação chuvosa demoraria a vir e que ventos tempestuosos ameaçariam a região.
Fiquei abalado. Pensei em desistir. Era minha inaugural 'façanha' e eu não queria passar por constrangimento 'social'. Cheguei a perder o sono e o apetite por alguns dias.
Resoluto, não temendo correr riscos, arregacei as mangas e me pus a cortejar meus sonhos. Carpi, limpei o solo; o ronco das máquinas foi ouvido.
Minha expectativa estava em seu ponto mais alto. As mãos esfriavam. O cérebro não tinha descanso. Quando, porém, vi os brotinhos aparecerem gritei de contentamento; mas ainda não era o trigo pronto. Era a promessa.
Alguém soltou touros em meio às minhas plantas. Outro enviou pássaros famintos. A inveja criou meios de me deter já em estágio adiantado de minha safra prometida. Foi prova sobre prova; parecia que eu estava perdendo a fé.
As minhas visões se cumpriram. O suor derramado foi galardoado. Os calos das mãos, devidamente agraciados com feixes de trigos de qualidade sendo colhidos. Ali estava a recompensa da fé, do trabalho. Os depósitos foram abarrotados.
O trigo não nasce por acaso. Os pães que alimentam milhões provem dele. É obra de valor. Merece cuidados especiais.
Toda pessoa planta alguma semente. A escolha se faz necessária. A 'terra' dos corações não devem abrigar ervas daninhas, mas 'plantas' de boa qualidade. Ainda que seja preciso 'arrancar tocos e pedras', compensa o sacrifício.
Os 'touros' e 'pássaros' malignos devem ser dispensados. A inveja nem merece atenção. Os ocupados com obras grandiosas devem manter o foco e marchar resolutos.
A colheita virá!


Fonte: http://www.atosdois.com.br

Homem suficiente para o trabalho


William J. Bennet

Este incidente se passou durante a primeira guerra americana, quando um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte. Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente. Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada.

- Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?

- Não, senhor. Precisamos de ajuda.

- Por que você mesmo não põe mãos à obra? - perguntou o homem no cavalo.

- Eu, senhor? Por quê? Sou um cabo - respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.

- Ah, é verdade - respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço. Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial: - Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir.

Este era o general Washington.

Extraído de: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
- Editora Nova Fronteira.

AVANÇAR SEMPRE, EM LINHA RETA

Um viajante caminhava às margens de um grande lago.
Ao ver um canoeiro preparando-se para zarpar, puxou conversa com ele e descobriu que seus destinos eram o mesmo: a outra margem do lago.


Pediu uma carona, propondo-se a ser o remador.
Entrou na canoa, pegou os remos de madeira e reparou que neles estavam esculpidas duas palavras:
ACREDITAR e AGIR.

Ele nunca tinha remado antes, e rapidamente descobriu que não é tão fácil quanto parece. A canoa ficava navegando em círculos, ora para a esquerda, ora para a direita.

O dono da canoa, um idoso muito simpático, procurava não ser grosseiro, mas não podia conter o sorriso.

Por fim, já cansado, o viajante pede ajuda:
- Por favor, senhor, como é que eu faço para esta canoa ir só para frente?

O canoeiro respondeu:
- A resposta está nos remos. O Acreditar e o Agir têm que ser impulsionados ao mesmo tempo e com a mesma força.



Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os preceitos que eu vos ensino,
para os observardes, a fim de que vivais,
e entreis a possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá.

Deuteronômio 4.1

Autor: Desconhecido
http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/acreditaragir.htm

O VESTIDO AZUL

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.

O professor ficou penalizado com a situação da menina: "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?". 

Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou: - Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim. 

Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.

A rua de barro e lama foi substituída por calçada de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.

Vendo aquele bairro tão bonito e tão bem cuidado, quem poderia imaginar que tudo começou com um vestido azul? 


Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.
Eclesiastes 11.1

Autor desconhecido.
Fonte: www.metaforas.com.br - Enviado por: Edeli Arnaldi

APENAS UMA CORRENTE FINA

Certo dia um homem foi a um circo e ficou observando os animais fortes e ferozes. Cada qual em sua jaula, menos o elefante, que era mantido preso por uma ridícula corrente, completamente incapaz de deter o mais forte de todos os animais daquele circo. O homem não conteve sua curiosidade e perguntou ao tratador de animais:
- Vocês não têm medo que o elefante quebre essa correntinha e fuja?

- Não! Ele não consegue quebrar essa corrente.

- Como assim, até eu seria capaz de quebrar essa corrente, se me prendessem a perna com ela?

- Ele não consegue quebrá-la porque nem tenta fazê-lo. Quando ele era pequeno, ele tentou várias vezes, mas, não conseguiu, pois, naquela época, essa corrente era capaz de prendê-lo. Agora ele cresceu, mas ainda não "sabe" que ficou mais forte que a corrente, que agora pode quebrá-la com um simples puxão de perna. Como dizemos, ficou condicionado. Por isso, nem tenta mais.


O sábio é mais poderoso do que o forte.
Provérbios 24.5

Autor: Desconhecido
http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/umacorrentefina.htm

SALVOS POR UM COPO DE LEITE!

SALVOS POR UM COPO DE LEITE!
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso.
Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.

Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deve nada -
respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
- Pois te agradeço todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.
O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.
Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.
Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.
Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.

"Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã."

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
Gálatas 6.9
.


Autor desconhecido.

http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/copodeleite.htm

ROSA OU PORCO-ESPINHO?

Certo homem, que nunca tinha visto uma única rosa em sua vida, entrou numa floricultura e comprou um lindo arranjo para dar para a sua esposa, mas, tanto gostou daquelas maravilhosas flores que, posteriormente, comprou umas mudas de roseira e passou a cultivá-las no quintal da sua casa.

A princípio, cuidou muito bem delas, porém, antes que um único botão surgisse em sua plantação, ele ficou abismado com a quantidade de espinhos:
- Como pode uma flor tão linda vir de uma planta tão espinhosa?

Entristecido, abandonou o cultivo e deixou que as plantas morressem por falta d'água.

O amor não se porta inconvenientemente,
não se irrita, tudo sofre, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.

I Coríntos 13.4-7

Autor: Desconhecido
http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/rosaouporco.htm

Quando Deus Quer, Não Tem Jeito!

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo do mal que ouvia o programa resolveu pregar lhe uma peça. Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação:
- Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!
Ao chegarem na casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando alimentos.
Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:
- Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!
‘NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS QUANDO DEUS DETERMINA, ELA VEM…….AH VEM!!!
*Tenha paciência.. não é no seu tempo e sim no tempo Dele……. porque você vê até um limite….
Ele ultrapassa esse limite……. e vê muito além do que enxergamos.!!*
DEUS te abençoe, e tenha um bom dia
Deus tem visto suas Lutas.
Deus diz que elas estão chegando ao fim.
Uma benção está vindo em sua direção.

A TESOURA E A AGULHA

Desde pequena, a moça se acostumara a conviver com tecidos, tesouras, agulhas e linhas de diversos padrões e cores. Sua mãe, exímia costureira, sustentava toda a família com muito trabalho e honestidade.

A moça casara com um frio empresário que gastava as energias com os negócios e dava muita importância ao que ela nem sempre julgava essencial.

Já estava acostumada a ver o marido cortar os passeios com os filhos por um almoço de negócios, já não agüentava ouvir o marido falar em cortes, mudanças precipitadas... Isso sem falar nas inúmeras vezes que foi cortada ao tentar argumentar, discutir os problemas do cotidiano...

Numa rara noite em que todos estavam em casa, a caçula começou a implicar com o irmão. O pai, sempre ocupado, não suportava o barulho e sem querer ouvir ou entender a situação mandou as duas crianças para o quarto, sem conversa.

A mulher simplesmente pegou sua caixinha de costura com alguns retalhos e chamou o marido:
- Agora não, meu bem!
- Agora sim, querido!

O homem percebendo que não tinha escolha, sentou-se e ficou olhando os retalhos, a agulha, a tesoura, carretéis de linha sem nada compreender.
- Meu bem, para que serve a tesoura? - perguntou brandamente a mulher.
- Para cortar, aparar...
- E a agulha?
- Para costurar, ora!
- Você consegue fazer uma colcha de retalhos só cortando?

- Na verdade não faria de jeito nenhum - não sei costurar, lembra?
- Não estou brincando! Você já viu ou soube de alguma costureira que costura sem linha e agulha, só com tesoura?
- Claro que não, meu amor.
- Minha mãe me falou um dia, quando meu pai nos deixou, que nossa família era como uma colcha de retalhos. Cada um de nós era um retalho colorido. Para que nossa colcha fique sempre bonita precisamos usar a agulha e as linhas.

- E daí?

- Daí que você só sabe usar a tesoura. Corta nossos momentos de lazer, corta a minha palavra, corta o diálogo com as crianças. Você só separa, separa...

- Eu?

- Sim. Aprenda a unir nossa família. Aprenda a unir o seu trabalho à nossa família, unir os seus amigos aos meus... Qualquer dia você perceberá o quanto nos cortou de sua vida e talvez seja tarde.

O marido nada disse - sinal de que ia pensar, refletir. Mudanças demandam tempo.

- Não vou mais falar sobre isso. Só quero que você pense, tá? Estou no quarto das crianças. Vou costurá-las porque não quero dois retalhos tão importantes de minha vida separados. Boa noite!

- Boa noite.

Dali a meia hora o marido entrou no quarto em que brincavam as crianças, enquanto a mulher costurava uma bonita colcha de retalhos. A cena enterneceu o homem e o fez juntar-se aos três. Abraçou-os e os levou para jantar.

Do livro: Histórias que Motivam
Autor: Assis Almeida
Editora: Premius Editora

Fonte: www.metaforas.com.br/ http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/tesouraeagulha.htm

AS DUAS PULGAS

Muitas instituições caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Elas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Pensei, sim! E fui conversar com a minha avó, que tinha a resposta na ponta da língua.

- E o quê ela disse?

- Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.



Virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.
II Timóteo 4.3-4


Autor: Max Gehringer (adaptado)
Fonte: www.metaforas.com.br/http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/duaspulgas.htm

A PRINCESA ESQUECIDA

Era uma vez uma princesa muito bela e sensível, que apesar de ter vários pretendentes, nenhum a pedia em casamento, porque ela tinha um problema: era esquecida.
No entanto, não era de tudo que ela se esquecia. Na verdade, ela se esquecia de apenas uma coisa: que havia se apaixonado no dia anterior.
Isso obrigava os rapazes a ter que reconquistá-la todos os dias.

Apesar desta tarefa não ser muito difícil (pois ela se apaixonava com facilidade), eles tinham medo.
Finalmente, apareceu um pretendente muito determinado, e se casou com ela.

Quando eles fizeram cinco anos de casamento, o rei fez uma grande festa e, ao ver sua filha feliz e radiante, mais linda do que nunca, perguntou ao rapaz:
- Aquele problema da minha filha... bem, vocês estão conseguindo superar? Não tem atrapalhado o casamento de vocês?

- Não, meu rei, ao contrário. Ter que reconquistá-la todos os dias não é um problema, é uma benção. É a força do nosso casamento.



Maridos, vivei com elas com entendimento,
dando honra à mulher, como vaso mais frágil.

I Pedro 3.7

Autoria: Pr Ronaldo Alves Franco

http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes.htm

PORQUE IR À IGREJA?

Um freqüentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.
"Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maiora deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles".
Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de um outro leitor:

"Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma  ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais".


Nem só de pão viverá o homem,
mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Mateus 4.4

Autor desconhecido
Enviado pela colaboradora Cláudia Cardoso.

http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/porqueiraigreja.htm

A FÉ NÃO COSTUMA FALHAR

A FÉ NÃO COSTUMA FALHAR
Crentes de uma igreja combinaram voltar à noite para orar pedindo que Deus mandasse chuva, pois havia grande necessidade, de vez que uma prolongada seca assolava a região.
À hora marcada, uma menina apareceu de guarda-chuva à tira-colo, capa de chuva e bota de borracha.
Alguém quis rir, mas foi repreendido pelo silêncio dos demais, envergonhados pela fé sincera daquela criança.


Peça com fé,
em nada duvidando.

Tiago 1.6

Autor: Desconhecido
Enviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos


Fonte: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/afenaocostuma.htm

CAVALO MORTO


Um certo homem manifestou interesse em dedicar sua vida a Jesus, mas, ao entrar na igreja ficou escandalizado, pois a pessoa que estava no púlpito discursando com tanta eloqüência ele conhecia muito bem: era um caloteiro e péssimo vizinho.

Ficou muitos dias num dilema, pois, queria ser cristão, mas, seu ânimo esfriava sempre que se lembrava daquele homem.

Então, uma noite ele sonhou que viajava num deserto e tinha  muita sede. Cada vez que ele via um poço de água, abaixava-se para beber, mas, só comia areia, pois, eram miragens.

Esta cena repetiu-se várias vezes, até que ele se viu num oásis, onde corria um córrego de águas cristalinas, mas não teve coragem de se abaixar novamente, pois, não queria mais encher a boca de areia.
Nisto um anjo apareceu e lhe disse: - Beba, esta água é verdadeira.

A princípio ele ficou desconfiado, mas, depois criou ânimo, abaixou-se e bebeu até saciar a sua sede. E a água era boa. Mas, ao erguer os olhos reparou que próximo ao córrego havia um cavalo morto e ele ficou muito preocupado, com medo que tivesse tomado água contaminada. Mas, o anjo o confortou:

- Não fique preocupado! Esta água é a Palavra de Deus, as impurezas que você anda vendo por aí não têm o poder de invalidá-la. Beba sem medo!
Logo que acordou, abriu seu coração e recebeu a Cristo como único Senhor e Salvador de sua alma.


Disse Jesus: Bem-aventurado é aquele
que não se escandalizar de mim.

Mateus 11.6


Autor desconhecido.
Colaborador: Pr João Ferreira da Costa.
Fonte: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/cavalomorto.htm

VOE MAIS ALTO


Logo após a 2ª guerra mundial, um jovem piloto inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo.

Pouco depois de levantar vôo de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído que vinha de trás do seu assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir o seu frágil avião.

Pensou em  voltar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo, perigoso e inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustar sua viagem.

Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e os perigos.

Correu riscos, mas superou o problema.


Moral da história:
Se estão tentando acabar com a sua missão, VOE MAIS ALTO!

Em caso de inveja, VOE MAIS ALTO!
Em caso de calúnia, VOE MAIS ALTO!
Em caso de maledicência, VOE MAIS ALTO!
Em caso de crítica maldosa, VOE MAIS ALTO!

Lembre-se: Os "ratos" não resistem às grandes alturas.


Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses.
II Timóteo 3.1-5



Colaborador: Pr. Marcos Antonio da Silva.
Fonte: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm

ELE FOI FERIDO

Um homem andava tão profundamente perturbado com os seus pecados que, certa noite, teve um sonho em que via Jesus sendo brutalmente chicoteado por um soldado.

A cada golpe cruel que atingia as costas de Cristo, ele podia ver com muita nitidez as novas e terríveis marcas que se somavam às anteriores.
Não podendo mais suportar a cena, agarrou o soldado por trás, tentando impedir que ele baixasse o braço para aplicar o próximo acoite.

Neste momento o soldado virou-se para e, para seu espanto, o rosto que ele viu era o seu próprio rosto.


Ele foi ferido pelas nossas transgressões
e moído pelas nossas iniqüidades;
o castigo que nos traz a paz
estava sobre Ele,
e pelas Suas pisaduras fomos sarados.
Isaías 53.5

Fonte: Nosso Pão Diário, de 07/04/2006 - http://www.nossopaodiario.net/
Autor: HGB

A CORUJA E A ÁGUIA

Conta-se que a Dona Coruja encontrou a Dona Águia, e disse-lhe:

- Olá, Dona Águia, se vires uns passarinhos muito lindos em um ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!

A águia prometeu-lhe que não os comeria e saiu voando; logo encontrou numa árvore um ninho, e comeu todos filhotes.
Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:

- Ô, Dona Águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não me comias meus filhinhos, e mataste-os todos!

Ao que respondeu-lhe a águia:

- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos feios, depenados, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-os; e como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que os teus não eram esses.

- Pois eram esses mesmos, lamentou-se a coruja.

- Pois, então, queixa-te de ti mesma, que é que me enganaste com a tua cegueira.


"O Senhor abre os olhos aos cegos".
Salmo 148.8


Fábula portuguesa, à qual se atribui o surgimento da expressão mãe coruja, pois aos olhos das mães os filhos são sempre perfeitos e lindos.

Fonte:
http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/acorujaeaaguia.htm